quarta-feira, 13 de julho de 2011

"Ah, quem vive de passado é museu!" - Será mesmo?

Tenho reparado em silêncio em varias pessoas que conheço. Percebo um sentimento abafado de nostalogia de épocas distantes. A falta de coisas simples e de pessoas que marcaram suas vidas de alguma maneira. Se por um lado é reconfortante ouvir suas recordações, por outro, me parece que tais lembranças procuram ocupar um certo espaço vazio que ficou. E você? Costuma recorrer com frequência às imagens e sensações vividas no passado? Isso é inevitavel? Proposital? Ou o quê?

domingo, 10 de julho de 2011

Escrevo os meus próprios versos
Poesias mortas pelo tempo, que.
Consome minha alma, triste e
Obcecada pela felicidade
Faço minhas próprias musicas
Solenes e mórbidas
Que falam de amor e morte
Já se finda uma vida
Meus sonhos estão todos mortos e
Enterrados com a esperança
Meus sonhos nunca foram reais
Mas não desista agora
Eu posso te ajudar
Posso ver através de seus olhos
Sinto os seus pensamentos
Choro nas noites frias, mas o
Seu sorriso vem com o sol
Não há mais um brilho nos olhos
Não ha. mais vontade
Todas as rosas sangraram
Os pensamentos murcham
Vou juntado os pedaços do meu
Sentimento, construindo o meu
Castelo de solidão.
Chorando e sobrevivendo.
Silencio...  
                                              
 Patético!? Sim eu sou...
Porque amo pateticamente.
O amor me deixa sem limites
Sem margem, fronteiras para sonhar
M’alma tem sede do divino prazer de amar
Ardo em fogo, queimo no infinito
Como estrela, mesmo depois de morto
A luz desse amor viajará pelas galáxias
Iluminando mundos.

Derramo-me em sangue, seiva e vida
Deságuo minhas lagrimas em palavras
Visto-me de cambraias, me cubro de promessas
Pelo simples prazer de sofrer de amar...

Vagueio por entre abismos de sentimentos
Montando um cavalo de muitas luas
Na bagagem levo-te um presente
dead angel (Daniel)
Dou-te meu pior e meu melhor...
Porque só no amor sou inteira. 

sábado, 2 de julho de 2011

...



Há uma luz que me perturba e me enfraquece.
Meus sentidos pedem sangue humano, 
quero ver o sangue escorrendo pelos meus pulsos mortos.
A música se alimenta de mim e eu da morte. 

Não quero que as luzes me iluminem, não quero ouvir. 
Caminharei pelos espinhos, 
pisarei em cima do meu próprio sangue.
Encontrarei a escuridão e me jogarei de um abismo,

encontrarei com meu mestre e me encontrarei...


Vagamos pela escuridão e na noite insana nos tornamos incertos e impuros. Agora somos anjos esperando pelo fim. A dor não será nada se comparada ao sofrimento. No meu pensamento insano, só desespero e solidão... Isso é a morte!
Não sinto e não vejo, mas espero pela presença letal. Talvez me arrependa mais será tarde demais e serei torturada. Vou esperar que a morte me toque e leve-me com ela. Meu fim será lembrado ao acaso como uma lembrança deixada para trás; enfim me libertarei... 



Não é preciso ver lágrimas em seus olhos para saber que você não está bem. Não é preciso ver você em um caixão para saber que está morto, pois o seu silencio chora por si e se as lágrimas surgirem será você que está se matando...
Logo anoitecerá, iremos dormir e sonhar. Belos sonhos surgirão e nos perderemos em nós mesmos. Nos perderemos no inconsciente e cairemos no mais absoluto transe do sono. Estaremos amarrados por um cordão e ele nos trará de volta a realidade. Após algumas horas o cordão vai se diminuindo e nos tirando do sonho e ao amanhecer voltaremos a terra dos homens, logo com o dia voltará a realidade e com a realidade logo morrerei...